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Desde: 21/04/2005      Publicadas: 50      Atualização: 30/04/2005

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  30/04/2005
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Número de mortos em atentados no Egito sobe para três

Dois atentados ocorridos neste sábado, na cidade do Cairo (capital do Egito), em um intervalo de menos de duas horas, deixaram ao menos três mortos.

Uma explosão perto do Museu Egípcio --um dos principais pontos turísticos do Cairo, no centro da cidade-- matou um homem, identificado como o egípcio Ehab Yousri Yassin, segundo o Ministério do Interior do Egito. Outras sete pessoas ficaram feridas no incidente. Yassin é suspeito de ter participado do atentado acontecido no dia 7 deste mês, próximo ao mercado Khan al Khalili --um dos locais de maior concentração de turistas do Cairo, diz um comunicado do ministério. Em um outro incidente, ocorrido menos de duas horas depois, duas mulheres, com os rostos cobertos por véus, abriram fogo contra um ônibus de turistas que circulava pela região da cidade onde se concentram diversas construções históricas. As mulheres foram identificadas, sempre segundo o ministério, como Negat Yousri e Iman Ibrahim Khamees --supostamente irmã e namorada do autor da explosão respectivamente. O ônibus estava da estrada Salah Salem, uma das principais vias do sul da cidade. Yousri teria cometido suicídio e Khamees morreu no hospital, atingida por disparos --cuja autoria ainda não havia sido determinada. Testemunhas no local disseram que a bomba foi jogada de uma ponte, em uma rua perto de um terminal de ônibus. O comunicado do ministério, no entanto, diz que Yassin pulou da ponte durante uma perseguição e o explosivo que carregava detonou. O ministério disse que foi encontrada no local uma carteira de identidade de Yassin. O ministro da Saúde egípcio, Mohammed Awad Tag Eddin, disse que os feridos na explosão são três egípcios, cujas idades não foram reveladas; um casal israelense, ambos de 55 anos; um sueco, de 28 anos; e uma italiana, de 26 anos. Onda de violência Os incidentes de hoje foram os mais recentes na onda de violência que vem crescendo no Egito desde outubro de 2004. No dia 7 deste mês, uma explosão aconteceu perto da rua Al Moski, que abriga diversas lojas para turistas e vendedores de roupas nas ruas. O local fica próximo ao mercado Khan al Khalili --um dos mais famosos do Cairo. Em outubro passado, explosões atingiram vários hotéis na península do Sinai, matando ao menos 34 pessoas. O governo atribuiu o atentado ao conflito israelo-palestino, já que o local é freqüentado por muitos turistas israelenses. Desde que o governo do Egito suprimiu a atividade de militantes islâmicos do país, durante a década de 90, o país tem passado por um período de relativa calma. Além do ataque na península do Sinai, outra ação de grande porte no Egito aconteceu em 1997, quando dois homens armados com rifles automáticos atiraram contra um ônibus de turistas parado em frente ao Museu Egípcio, na região central do Cairo, matando ao menos dez pessoas --a maioria turistas alemães. Um mês depois, militantes assassinaram 58 turistas estrangeiros e quatro egípcios em um ataque contra um templo faraônico em Luxor, ao sul do Egito. Com agências internacionais Da Folha



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